Corinthians e Vasco avançam nos pênaltis e decidem a Copa do Brasil

Corinthians e Vasco avançam nos pênaltis e decidem a Copa do Brasil

A aguardada final da Copa do Brasil de 2025 está definida, prometendo um duelo emocionante entre Corinthians e Vasco da Gama. Ambos os clubes carimbaram suas vagas neste domingo (14) após semifinais repletas de reviravoltas e intensas disputas de pênaltis, onde o brilho de seus goleiros foi um fator determinante. O cobiçado título e a generosa premiação de R$ 77 milhões, destinada ao campeão, serão disputados em duas partidas eletrizantes. O Corinthians superou o Cruzeiro, enquanto o Vasco levou a melhor sobre o Fluminense, garantindo um confronto histórico pelo troféu nacional e uma vaga na fase de grupos da Copa Libertadores de 2026. Os confrontos estão agendados para a próxima quarta-feira (17) e o domingo seguinte (21), com o primeiro jogo na Neo Química Arena e a grande decisão no Maracanã.

Corinthians elimina Cruzeiro em drama na Neo Química Arena

O Corinthians foi o primeiro a assegurar sua presença na final da Copa do Brasil, em uma noite de muita emoção na Neo Química Arena. A equipe paulista superou o Cruzeiro em uma disputa de pênaltis por 5 a 4, após ser derrotada por 2 a 1 no tempo normal. No jogo de ida, realizado na última quarta-feira (10) no Mineirão, em Belo Horizonte, o Timão havia conquistado uma vantagem mínima ao vencer por 1 a 0, o que tornava o placar agregado igualado em 2 a 2 ao final dos 90 minutos da partida de volta.

Com a necessidade de reverter a desvantagem do primeiro confronto, o Cruzeiro adotou uma postura ofensiva desde o início. A Raposa criou boas oportunidades ainda no primeiro tempo com Luis Sinistierra. Aos oito minutos, o colombiano avançou pela direita e chutou cruzado, levando perigo. Aos 16, Sinistierra aproveitou a sobra de uma grande defesa do goleiro Hugo Souza em um voleio de Matheus Pereira, mas foi travado pelo zagueiro Gustavo Henrique na pequena área. Infelizmente, Sinistierra sentiu dores e precisou ser substituído aos 30 minutos por Keny Arroyo. Foi o equatoriano quem balançou as redes, com apenas nove minutos em campo, ao receber cruzamento de Christian e se antecipar a Matheuzinho para marcar de cabeça.

Keny Arroyo ampliou para o Cruzeiro aos quatro minutos do segundo tempo, após passe de Kaio Jorge, que avançou com liberdade e deixou o atacante na cara de Hugo Souza. O lance, inicialmente anulado por impedimento, foi validado pelo árbitro de vídeo, confirmando o segundo gol cruzeirense. No entanto, o Corinthians reagiu rapidamente. Aos nove minutos, após falta cobrada por Rodrigo Garro, o zagueiro André Ramalho cabeceou, o goleiro Cássio não afastou bem, e Matheus Bidu completou para as redes, descontando para o Timão e igualando o placar agregado. Nos minutos finais, o Corinthians intensificou a pressão e acertou a trave duas vezes em sequência, com Matheus Bidu e Breno Bidon, mas o placar não se alterou, levando a decisão para as penalidades.

Goleiros se destacam nos pênaltis

A disputa por pênaltis começou com Cássio, acostumado a brilhar na Neo Química Arena, defendendo a cobrança de Yuri Alberto e colocando o Cruzeiro em vantagem. O atacante Gabriel Barbosa teve a chance de selar a classificação celeste, mas bateu mal e Hugo Souza defendeu, mantendo o Corinthians vivo. O arqueiro do Timão cresceu ainda mais ao defender o chute do volante Walace. A responsabilidade da cobrança decisiva coube a Breno Bidon, que não desperdiçou e marcou o gol da vitória alvinegra, garantindo a classificação corintiana para a final. Com este avanço, o Corinthians, que possui três títulos da Copa do Brasil (o último em 2009) e chega à sua oitava final, mantém viva a esperança de conquistar uma vaga na Copa Libertadores de 2026, possível apenas em caso de título. Caso contrário, a equipe disputará a Copa Sul-Americana, já que terminou o Campeonato Brasileiro em 13º lugar.

Vasco avança sobre o Fluminense com brilho de Léo Jardim

No duelo seguinte, o Vasco da Gama garantiu sua vaga na final da Copa do Brasil ao vencer o Fluminense nos pênaltis por 4 a 3, após ser derrotado por 1 a 0 no tempo normal. O Cruzmaltino havia conquistado uma vantagem no jogo de ida, na última quinta-feira (11), ao vencer por 2 a 1, também no Rio de Janeiro. A classificação leva o Vasco à sua terceira final de Copa do Brasil, com o único título conquistado há 14 anos. Este avanço mantém o sonho vascaíno de retornar à Copa Libertadores, após um 14º lugar no Brasileirão, enquanto o Fluminense, quinto colocado na Série A, já está garantido no principal torneio continental.

Mesmo com a vantagem no placar agregado, o Vasco iniciou a partida de volta com mais ímpeto, exigindo boas intervenções de Fábio em chutes perigosos dos atacantes Rayan e Andrés Gómez. Aos 12 minutos, Gómez buscou o ângulo em um arremate da entrada da área pela esquerda, mas o goleiro tricolor fez uma defesa espetacular com a ponta dos dedos. A boa marcação cruzmaltina, contudo, foi traída por um gol contra aos 35 minutos. Após cruzamento rasteiro de Agustín Canobbio pela direita, Everaldo finalizou na trave. A bola, caprichosamente, foi para o lado e o lateral Paulo Henrique, ao tentar afastar, acabou mandando para as próprias redes, colocando o Fluminense à frente. Nos acréscimos do primeiro tempo, Fábio voltou a brilhar, garantindo a vantagem tricolor com uma bela defesa em falta cobrada por Rayan.

No segundo tempo, a intensidade permaneceu alta. O goleiro Fábio novamente se destacou aos oito minutos, salvando uma cabeçada de Rayan no cantinho direito após cruzamento de Puma Rodríguez. O restante do duelo foi marcado por muitas faltas, com nove cartões amarelos distribuídos, evidenciando a tensão da partida. Com o placar inalterado, a decisão da vaga na final foi para a disputa de pênaltis, assim como no confronto anterior.

Léo Jardim se agiganta nas penalidades

Na série de pênaltis, Fábio começou bem para o Fluminense, defendendo a primeira cobrança de Pablo Vegetti. No entanto, Léo Jardim, o goleiro vascaíno, também brilhou ao defender a batida de John Kennedy na segunda rodada. O momento decisivo veio quando Léo Jardim se agigantou novamente, defendendo com o pé o quinto chute tricolor, cobrado por Canobbio. Com a vantagem restaurada, Puma Rodríguez converteu a penalidade derradeira, garantindo a classificação cruzmaltina e o reencontro com uma final de Copa do Brasil. A vitória mantém acesa a chance do Vasco de disputar a Libertadores de 2026; caso seja vice-campeão, o Gigante da Colina terá que se contentar com a Copa Sul-Americana.

A grande decisão

Corinthians e Vasco da Gama se enfrentarão na final da Copa do Brasil de 2025 em dois jogos que prometem entrar para a história do futebol nacional. A primeira partida está marcada para a quarta-feira, 17 de dezembro, às 21h30 (horário de Brasília), na Neo Química Arena, em São Paulo. O grande campeão será conhecido no domingo, 21 de dezembro, às 16h, no Maracanã, no Rio de Janeiro, no que será o último compromisso do futebol masculino brasileiro da temporada. Além do prestígio do título, o vencedor levará para casa a impressionante quantia de R$ 77 milhões, valor que representa um impulso financeiro significativo e a garantia de uma vaga na Copa Libertadores de 2026. Ambas as equipes mostraram resiliência e a capacidade de decidir sob pressão, com seus goleiros sendo protagonistas absolutos nas semifinais, preparando o palco para uma final memorável.

Perguntas frequentes

Quando e onde serão os jogos da final da Copa do Brasil de 2025?
O primeiro jogo da final será na quarta-feira, 17 de dezembro, às 21h30 (horário de Brasília), na Neo Química Arena, em São Paulo. A partida de volta e decisiva acontecerá no domingo, 21 de dezembro, às 16h, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Qual a premiação destinada ao campeão da Copa do Brasil de 2025?
O campeão da Copa do Brasil de 2025 receberá uma premiação de R$ 77 milhões, além de garantir uma vaga direta na fase de grupos da Copa Libertadores de 2026.

Como os goleiros Hugo Souza e Léo Jardim foram decisivos nas semifinais?
Hugo Souza, do Corinthians, foi fundamental ao defender as cobranças de pênalti de Gabriel Barbosa e Walace, garantindo a vitória alvinegra contra o Cruzeiro. Léo Jardim, do Vasco, também brilhou intensamente ao defender os pênaltis de John Kennedy e, decisivamente, de Agustín Canobbio, selando a classificação cruzmaltina contra o Fluminense.

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Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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